O (Secure Hash Algorithm) está relacionada com as funções criptográficas. A função mais usada nesta família, a SHA-1, é usada numa grande variedade de aplicações e protocolos de segurança, incluindo TLS, SSL, PGP, SSH, S/MIME, and IPSec. SHA-1 foi considerado o sucessor do MD5. Ambos têm vulnerabilidades comprovadas. Em algumas correntes, é sugerido que o SHA-256 ou superior seja usado para tecnologia crítica. Os algoritmos SHA foram desenhados pela National Security Agency (NSA) e publicados como um standard do governo Norte-Americano.

O primeiro membro da família, publicado em 1993, foi oficialmente chamado SHA; no entanto, é frequentement chamado SHA-0 para evitar confusões com os seus sucessores. Dois anos mais tarde, SHA-1, o primeiro sucessor do SHA, foi publicado. Desde então quatro variantes foram lançadas com capacidades de saída aumentadas e um design ligeiramente diferente: SHA-224, SHA-256, SHA-384, e SHA-512 — por vezes chamadas de SHA-2.

Foram feitos ataques a ambos SHA-0 e SHA-1. Ainda não foram reportados ataques às variantes SHA-2, mas como elas são semelhantes ao SHA-1, pesquisadores estão preocupados, e estão a desenvolver candidatos para um novo e melhor standard de hashing.

É o algoritmo utilizado no eMule para identificar arquivos duplicados.

Este algoritmo já é disponibilizado integralmente em inglês,

Para facilitar a vida como já tinha falado anteriormente e fechando o ciclo de criptografia de algoritmos, traduzi e adaptei com comentários o código que faz o algoritmo de hash do SHA-1.

Segue o código comentado:

CODE
/* Implementação do algoritmo de encriptação com seus devidos direitos autorais:
*
* Algoritmo  traduzido e comentado por mim:  STORM - boot.unknown@hotmail.com
*
* A JavaScript implementation of the Secure Hash Algorithm, SHA-1, as defined
* in FIPS PUB 180-1
* Version 2.1 Copyright Paul Johnston 2000 - 2002.
* Other contributors: Greg Holt, Andrew Kepert, Ydnar, Lostinet
* Distributed under the BSD License
* See http://pajhome.org.uk/crypt/md5 for details.
*/

/*
* Configuração das variáveis. Você pode necessitar para sem compátivel com o * usuário,
* mas o default (padrão) trabalha na maioria dos casos.
*/
var hexcase = 0;  /* hex output format. 0 - lowercase; 1 - uppercase        */
var b64pad  = ""; /* base-64 pad character. "=" for strict RFC compliance   */
var chrsz   = 8;  /* bits per input character. 8 - ASCII; 16 - Unicode      */

/*
* Estas são as funções que você geralmente requererá se chamar.
*/
function hex_sha1(s){return binb2hex(core_sha1(str2binb(s),s.length * chrsz));}
function b64_sha1(s){return binb2b64(core_sha1(str2binb(s),s.length * chrsz));}
function str_sha1(s){return binb2str(core_sha1(str2binb(s),s.length * chrsz));}
function hex_hmac_sha1(key, data){ return binb2hex(core_hmac_sha1(key, data));}
function b64_hmac_sha1(key, data){ return binb2b64(core_hmac_sha1(key, data));}
function str_hmac_sha1(key, data){ return binb2str(core_hmac_sha1(key, data));}

/*
* Um simples teste para ver se o VM [algoritmo sha-1] está trabalhando.
*/
function sha1_vm_test()
{
  return hex_sha1("abc") == "a9993e364706816aba3e25717850c26c9cd0d89d";
}

/*
* Calcular o SHA-1 de um array de palavras pequenas.
*/
function core_sha1(x, len)
{
  /* append padding */
  x[len >> 5] |= 0x80 << (24 - len % 32);
  x[((len + 64 >> 9) << 4) + 15] = len;

  var w = Array(80);
  var a =  1732584193;
  var b = -271733879;
  var c = -1732584194;
  var d =  271733878;
  var e = -1009589776;

  for(var i = 0; i < x.length; i += 16)
  {
    var olda = a;
    var oldb = b;
    var oldc = c;
    var oldd = d;
    var olde = e;

    for(var j = 0; j < 80; j++)
    {
      if(j < 16) w[j] = x[i + j];
      else w[j] = rol(w[j-3] ^ w[j-8] ^ w[j-14] ^ w[j-16], 1);
      var t = safe_add(safe_add(rol(a, 5), sha1_ft(j, b, c, d)),
                       safe_add(safe_add(e, w[j]), sha1_kt(j)));
      e = d;
      d = c;
      c = rol(b, 30);
      b = a;
      a = t;
    }

    a = safe_add(a, olda);
    b = safe_add(b, oldb);
    c = safe_add(c, oldc);
    d = safe_add(d, oldd);
    e = safe_add(e, olde);
  }
  return Array(a, b, c, d, e);
  
}

/*
* Executar a função apropriada da combinação para a interação atual.
*/
function sha1_ft(t, b, c, d)
{
  if(t < 20) return (b & c) | ((~b) & d);
  if(t < 40) return b ^ c ^ d;
  if(t < 60) return (b & c) | (b & d) | (c & d);
  return b ^ c ^ d;
}

/*
* Determinar o aditivo (constantea) propriado  para a interação atual.
*/
function sha1_kt(t)
{
  return (t < 20) ?  1518500249 : (t < 40) ?  1859775393 :
         (t < 60) ? -1894007588 : -899497514;
}  

/*
* Calcular o HMAC-SHA1, de uma chave e de alguns dados.
*/
function core_hmac_sha1(key, data)
{
  var bkey = str2binb(key);
  if(bkey.length > 16) bkey = core_sha1(bkey, key.length * chrsz);

  var ipad = Array(16), opad = Array(16);
  for(var i = 0; i < 16; i++)
  {
    ipad[i] = bkey[i] ^ 0x36363636;
    opad[i] = bkey[i] ^ 0x5C5C5C5C;
  }

  var hash = core_sha1(ipad.concat(str2binb(data)), 512 + data.length * chrsz);
  return core_sha1(opad.concat(hash), 512 + 160);
}

/*
* Adicionar os inteiros, envolvendo em 2^32. Isto usa 16-bit internamente
* para trabalhar em torno dos erros em intérpretes de algum JS.
*/
function safe_add(x, y)
{
  var lsw = (x & 0xFFFF) + (y & 0xFFFF);
  var msw = (x >> 16) + (y >> 16) + (lsw >> 16);
  return (msw << 16) | (lsw & 0xFFFF);
}

/*
* Rodar um numero de 32-bit para à esquerda.
*/
function rol(num, cnt)
{
  return (num << cnt) | (num >>> (32 - cnt));
}

/*
* Converter   8-bit ou 16-bit string para um array de palavras
*  8-bit função, characters (maior) >255 têm seu hi-byte ignorado.
*/
function str2binb(str)
{
  var bin = Array();
  var mask = (1 << chrsz) - 1;
  for(var i = 0; i < str.length * chrsz; i += chrsz)
    bin[i>>5] |= (str.charCodeAt(i / chrsz) & mask) << (24 - i%32);
  return bin;
}

/*
* Converte um array de palavras para uma string.
*/
function binb2str(bin)
{
  var str = "";
  var mask = (1 << chrsz) - 1;
  for(var i = 0; i < bin.length * 32; i += chrsz)
    str += String.fromCharCode((bin[i>>5] >>> (24 - i%32)) & mask);
  return str;
}

/*
* Converte um array de palavras para uma string em hex.
*/
function binb2hex(binarray)
{
  var hex_tab = hexcase ? "0123456789ABCDEF" : "0123456789abcdef";
  var str = "";
  for(var i = 0; i < binarray.length * 4; i++)
  {
    str += hex_tab.charAt((binarray[i>>2] >> ((3 - i%4)*8+4)) & 0xF) +
           hex_tab.charAt((binarray[i>>2] >> ((3 - i%4)*8  )) & 0xF);
  }
  return str;
}

/*
* Converte um array de palavras para uma string em base-64.
*/
function binb2b64(binarray)
{
  var tab = "ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/";
  var str = "";
  for(var i = 0; i < binarray.length * 4; i += 3)
  {
    var triplet = (((binarray[i   >> 2] >> 8 * (3 -  i   %4)) & 0xFF) << 16)
                | (((binarray[i+1 >> 2] >> 8 * (3 - (i+1)%4)) & 0xFF) << 8 )
                |  ((binarray[i+2 >> 2] >> 8 * (3 - (i+2)%4)) & 0xFF);
    for(var j = 0; j < 4; j++)
    {
      if(i * 8 + j * 6 > binarray.length * 32) str += b64pad;
      else str += tab.charAt((triplet >> 6*(3-j)) & 0x3F);
    }
  }
  return str;
}

Enfim, fechando o ciclo chegamos a um conclusão,

Estes três algoritmos apresentados, md4,md5 e sha-1 , um evoluindo em cima
do outro, nos mostra como qualquer algoritmo de hash um dia será quebrado, e será impossível prever o contrário.

E o sha-1 assim como o md5 já pode ser 'quebrado' por comparação , sendo brute-force, ataque de dicionário, pode levar horas, dias, talvez anos.

Para isto possuí uma referência:

1 -

Quem tiver interesse, já fiz um encrypt on-line de md4|md5|sha-1 ;

encrypt on-line

Enfim, depois de tudo espero que tenha aberto a mente quanto a algumas coisas e tenha ajudado, na medida do possível.


STORM []'s

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Comentários:

Lucasbr disse:

Muito bom esse seu artigo Storm! Parabens!

Esses dias mesmo estava conversando com o adriano sobre isso.

Micox disse:

Hà. Muito, muito bão storm.

E é bom ver isto aí em Javascript também hehehehe

Gostei do seu encriptador: a4e275c1e0f405074fc7a28be7fce1a50ad85378

Storm disse:

QUOTE(Micox @ 04/12/2006 - 09:04) [snapback]38104[/snapback]
Hà. Muito, muito bão storm.

E é bom ver isto aí em Javascript também hehehehe

Gostei do seu encriptador: a4e275c1e0f405074fc7a28be7fce1a50ad85378


Fico feliz que tenha gostado, agora o negocio é fazer um hash próprio,

e dar a chave dele para o destinatário,

Aí sim estaria seguro contra intercepções no caminho.


Micox disse:

Uma dúvida que eu sempre tive com relação a esses esquema de hash cara:

- O hash geralmente tem menos caracteres que a string ou mais? ou não tem nada a ver?

E o hash dos arquivos que vc falou que é usado? é o mesmo esquema?

Ver o restante dos comentários no fórum (e aproveitar pra comentar também !).

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